EM 2010…CONSULTORIA PROGRAMADA
Enviado em 22 de Janeiro de 2010
Publicado por J. Ferrari



Enviado em 22 de Janeiro de 2010
Publicado por J. Ferrari



Enviado em 21 de Janeiro de 2010
Publicado por J. Ferrari
MATERIA REVISTA EXAME SETEMBRO/2009
O presidente mundial da Renault e da Nissan, o brasileiro Carlos Ghosn, que tirou a Nissan da falência, e é considerado o Henry Ford do século 21 diz o seguinte:
“A única coisa que faz a diferença é a motivação. Se você perder a motivação, aos poucos, você perde tudo”.
O próprio pensamento de Henry Ford nos traz à tona a importância do caminho que escolhemos com foco em motivação e atitude quando disse: “Se você pensa que pode ou pensa que não pode, de qualquer forma você estará certo”.
Uma empresa nunca quebra hoje. Quebra cinco anos antes. Não é falência financeira, é falência motivacional. Vivemos num mundo onde o futuro não é uma repetição do passado. Lamentavelmente, algumas pessoas ainda continuam com a cabeça no século 19 e o corpo no século 21. As certezas de hoje se tornarão os absurdos de amanhã.
Os motivados enxergam oportunidades nas dificuldades…
Os desmotivados enxergam dificuldades nas oportunidades…
Os positivos fazem…
Os negativos reclamam.
Motivação não é cesta básica, não é festa de final de ano… Motivação é
coisa séria, é ciência e quanto mais competitividade, quanto mais feroz
uma economia, mais ousadas serão as ações de marketing e mais importância
ganha a motivação humana.
Desde que o mundo é mundo passamos por duas situações, ou seja, o bem e o
mal. A escolha entre ser otimista ou pessimista é de cada ser humano e
construirá toda uma estrada em que ele irá trilhar.
82% das maiores empresas do mundo vieram do “absolutamente nada”, vieram
da garra de seus fundadores, do compromisso destas equipes de trabalho que
acreditaram no seu talento, no seu modelo de ação e construíram a sua
grande diferença em relação aos outros no mercado. Apenas 18% foram
heranças de uma geração para outra.
Lembro-me da história do burro que movimenta o carro enquanto seu dono
fica balançando uma cenoura à frente do seu nariz. O dono do burro pode
estar indo aonde deseja ir, mas o burro está correndo atrás de uma ilusão.
Amanhã, só haverá outra cenoura para o burro.
O que faz a diferença entre ricos e pobres no mundo é a maneira de se
pensar e o plano de ação após idéias que podem ser maravilhosas desde que
colocadas em prática… Caso contrário elas irão se juntar no cemitério de
milhões de idéias que “iriam” revolucionar o mundo. Iriam, porque não
saíram do papel ou sequer do pensamento.
A questão é:
O que você está fazendo com suas idéias?
O que faz com os seus pensamentos?
Como anda o planejamento de sua vida e de seu trabalho?
Espero que muito bem.
ENVIADO PELA GRÁFICA GAVIOLI - ITÚ/SP
Enviado em 21 de Janeiro de 2010
Publicado por J. Ferrari

“Contrate e promova primeiro com base na integridade; segundo, na motivação; terceiro, na capacidade; quarto, na compreensão; quinto, no conhecimento; e, por último, como fator menos importante, na experiência. Sem integridade, a motivação é perigosa; sem motivação, a capacidade é impotente; sem capacidade, a compreensão é limitada; sem compreensão, o conhecimento é insignificante; sem conhecimento, a experiência é cega. Uma pessoa com todas as outras qualidades, adquire facilmente e coloca rapidamente em prática a experiência” Dee Hock
Enviado em 18 de Janeiro de 2010
Publicado por J. Ferrari

Diálogo entre Mamãe Camelo e seu Filhote
Uma mãe e um bebê camelo estavam por ali, à toa, quando de repente o bebê camelo perguntou:
- Mãe, mãe, posso te perguntar umas coisas?
- Claro! O que está incomodando o meu filhote?
- Porque os camelos têm corcova?
- Bem, meu filhinho, nós somos animais do deserto, precisamos das corcovas para reservar água e por isso mesmo somos conhecidos por sobreviver sem água.
E o filhote perguntou: - Certo, e porquê nossas pernas são longas e nossas patas arredondadas?
A mãe, toda orgulhosa respondeu: - Filho, certamente elas são assim para permitir caminhar no deserto. Com essas pernas eu posso me movimentar pelo deserto melhor do que qualquer um!
O filhote: - Certo! Então, porquê nossos cílios são tão longos? De vez em quando eles atrapalham minha visão.
A mãe respondeu com orgulho nos olhos: - Meu filho! Esses cílios longos e grossos são como uma capa protetora para os olhos. Eles ajudam na proteção dos seus olhos quando atingidos pela areia e pelo vento do deserto!
O filhote: - Tá. Então a corcova é para armazenar água enquanto cruzamos o deserto, as pernas para caminhar através do deserto e os cílios são para proteger meus olhos do deserto. Então que diabos estamos fazendo aqui no Zoológico ?
Moral da história:
“Habilidade, conhecimento, capacidade e experiências são úteis se você estiver no lugar certo”
ONDE você, sua equipe e sua empresa estão agora?
Enviado em 18 de Janeiro de 2010
Publicado por J. Ferrari
Excelente artigo de Miriam Leitão

Em 1804 parecia que a história tinha afinal sorrido para a rica colonia francesa do Caribe. Uma revolução dos escravos levou-os a conquistar o poder e instalar uma república negra nas Américas, a segunda república independente das Américas, depois dos Estados Unidos.
Até então ela havia sido explorada radicalmente pela França. Era tão produtiva que era chamada “a jóia das Antilhas”. No sistema escravocrata, numa terra altamente produtiva, a França extraiu tudo do que podia da colônia. Lá se produzia café, cacau, tabaco, algodão, indigo entre outros produtos que eram refinados na França e reexportado para o resto da Europa. O cálculo é que a França retirava de lá 50% do seu PIB da época.
A independência parecia ser um brilhante recomeço. Não foi. O mundo inteiro decretou boicote à nova república. As potências coloniais achavam subversivo aquele modelo. Os Estados Unidos que já eram uma ex-colonia independente eram um país escravocrata. O Haiti assustava a todos. Sob boicote do mundo, o país entrou em dificuldades extremas. Não podia exportar nem importar. A França passou a cobrar do Haiti uma suposta divida para indenizar os ex-donos de terras, ex-donos de escravos. A contenda com a França só acabou quando em 1838 o governo haitiano aceitou pagar 150 milhões de francos. Durante 80 anos essa divida, que foi paga incontáveis vezes através de juros intermináveis, drenou a economia haitiana. A dívida só foi considerada paga em 1922.
Mas aí o país já estava sob jugo de outro opressor: os Estados Unidos ocuparam militarmente o país em 1915 e lá ficaram até 1938. Mesmo após o fim da ocupação física, os Estados Unidos apoiaram as escolhas trágicas dos haitianos como o poder à dinastia dos Duvalier, o Papa Doc e Baby Doc que desde os anos 60, por décadas, dominaram a população pelo terror através da mais violenta das polícias políticas de que se tem notícia nas Américas, os Tonton Macoute.
Para completar a explicação da pobreza, os indicadores educacionais são os piores. Todos esses governantes ou líderes, sejam eles de opressores estrangeiros ou opressores locais, jamais fizeram qualquer esforço para educar a população e retirá-la da ignorância.
A democracia quando chegou lá, chegou tarde e vulnerável.
Para completar o quadro produzido por essa história, há ainda os fatores climáticos. A destruição impiedosa do meio ambiente, desde a época colonial, no país que tinha uma intensa biodiversidade, foi empobrecendo o solo, produzindo erosões, aumentando os riscos de desastres ambientais. Hoje restam apenas 2% da rica cobertura vegetal original. Furacões e terremotos fizeram o resto da tragédia haitiana.
Haverá futuro para o Haiti se os haitianos e o mundo aprenderem com essa história. É hora de os países de boa vontade se unirem em torno do Haiti para do meio do caos atual começar a construir uma nova história.
Enviado em 15 de Janeiro de 2010
Publicado por J. Ferrari

Enviado em 3 de Janeiro de 2010
Publicado por J. Ferrari
Excelente artigo da coluna no Globo escrito por Miriam Leitão e Bruno Villas Bôas
A China estará no centro dos acontecimentos dos próximos dez anos. Isso é certo. Mas o que isso significa? Que a economia que mais cresce no mundo passará o Japão, mas não passará os Estados Unidos. Algumas das suas contradições ficarão mais agudas. Na cena política global, a China será a força que vai se contrapor aos Estados Unidos, numa nova bipolaridade.
Em 26 anos, entre 1978 e 2004, a China multiplicou por dez seu tamanho. O Império Britânico levou 70 anos — de 1830 a 1900 — para multiplicar o seu PIB por quatro. Quem registra a comparação é o historiador Niall Ferguson em artigo no “Financial Times”. No começo da década passada a economia americana era oito vezes maior do que a chinesa e no fim da década é de apenas quatro vezes. Jim O’Neill do Goldman Sachs, que criou a ideia dos BRICs, acha que em 2027 a China passa os Estados Unidos.
Entretanto, o mistério chinês não é apenas uma questão de projeção estatística. O país tem dilemas agudos a enfrentar na década de 10. Será possível continuar crescendo sem mudar o sistema político ditatorial? Se for, o mundo será mais imprevisível e perigoso.
O economista Marcelo Nonnenberg, do Ipea, acha que nesta década a China vai intensificar a mudança geopolítica global. Desde o fim da Segunda Grande Guerra, os países que mais ganharam importância geopolítica estavam ligados aos Estados Unidos: o Japão e a Alemanha, não por coincidência, os derrotados da guerra.
— A ascensão da China é um caso inédito. É um país com interesses próprios na Ásia e conflitos com seus vizinhos. O crescimento da China vai incomodar cada vez mais os Estados Unidos, mas isso não significa que ela vai substituir os Estados Unidos. Falaram isso do Japão há 20 anos e a economia japonesa vem patinando — pondera Nonnenberg.
O especialista em comércio exterior Joseph Tutundjian acha que nos anos 10 a China vai superar o Japão, depois de ter superado a Alemanha em 2007 tornando-se a terceira maior economia do mundo.
— O Japão é um país sem horizontes porque é uma população com idade avançada, muita poupança e que conquistou o que queria da vida. Os chineses, por outro lado, são os capitalistas mais vorazes da atualidade. São jovens e querem ficar ricos o mais rapidamente possível — diz.
Esse enriquecimento tem sido concentrador de renda e baseado na espantosa falta de garantias trabalhistas mínimas. Tutundjian lembra que a primeira legislação trabalhista em três décadas, implantada em 2008, transformou acordos verbais entre empregadores e empregados em contratos formais e aumentou a proteção aos trabalhadores. Resultado: em menos de um ano 67 mil pequenos negócios desapareceram.
Parte da competitividade dos produtos chineses vem da falta de garantias individuais dos trabalhadores. Parte vem da manipulação cambial de um sistema de paridade informal entre o yuan e o dólar. Como o dólar se desvalorizou frente a todas as outras moedas no último ano, o yuan acompanhou os passos.
Essa política cambial é um fato perturbador no comércio internacional. O assunto tem incomodado cada vez mais os países e os especialistas, o que faz com que economistas como Paul Krugman, conhecido por defender o livre comércio, defendam barreiras contra produtos chineses.
Rodrigo Maciel, secretário executivo do Conselho Empresarial Brasil-China, diz que reformas trabalhistas e tributárias iniciadas a partir de 2000 vão se aprofundar nos próximos anos encarecendo a mão-de-obra chinesa e mudando a forma de produzir, com mais tecnologia e valor agregado.
No meio de tudo isso, lembra Maciel, o país passará por uma sucessão presidencial em 2013 quando termina o mandato de Hu Jintao. O sucessor seria Xi Jinping, atual vice-presidente que seria, segundo Maciel, menos conservador e que deve incentivar maior cuidado com questões ambientais.
Há certas leis das quais mesmo uma ditadura não consegue fugir. Uma população que se torna mais rica quer maior poder político. O crescimento econômico acelerado traz danos ambientais que se tornarão limites ao crescimento. A tecnologia torna mais difícil controlar o fluxo de informações. É neste ambiente de maiores tensões que a China vai realizar sua ascensão para segunda potência mundial nos anos 10.
Uma das consultorias mais respeitadas quando o assunto é China é a Dragonomics. Ela aposta num cenário em que a China cresce a 8% ao ano na década de 10. Menos do que o crescimento recente. Nonnenberg acha que o país terá que se voltar mais para o mercado interno. Tutundjian acha que o mundo não verá um Nobel de literatura ou uma tecnologia de ponta vindos da China na próxima década porque falta a ela uma educação de qualidade. Há uma dificuldade adicional em relação à China, lembrou, em artigo, Nouriel Roubini: suas estatísticas. De repente eles fazem uma revisão do PIB de anos anteriores totalmente inesperada que altera todas as contas. Em artigo recente, o professor Victor Shih, professor da Northwestern, diz que os empréstimos não recuperáveis podem ter chegado a 31% do PIB no ano passado, com os estímulos para sair da crise.
Opaco, autoritário, quantitativo: esse é o poder que avançará ainda mais nos anos 10. Niall Ferguson diz que pode estar acontecendo o começo do fim da ascendência ocidental, iniciada há 500 anos com o renascimento, a reforma protestante e depois o iluminismo. Pode ser, mas para isso a China precisará mais do que um multiplicador de PIB. Iluminismos nascem das luzes do pensamento livre.
Enviado em 2 de Janeiro de 2010
Publicado por J. Ferrari

Enviado em 2 de Janeiro de 2010
Publicado por J. Ferrari
Do The New York Times
“Este é o período em que os comentaristas da mídia tradicionalmente fazem suas previsões sobre o ano que começa. As minhas referem-se à economia internacional. Eu projeto que 2010 será o ano da China.
E não no bom sentido.
Na verdade, os maiores problemas com a China envolvem as mudanças climáticas. Hoje, porém, quero enfocar a política monetária.
A China tornou-se uma importante potência financeira e comercial. Mas não age como outras grandes economias. Em vez disso, segue uma política mercantilista, mantendo seu superávit comercial artificialmente alto. E, no mundo economicamente deprimido de hoje, essa política, falando de uma forma direta, é predatória.
Eis como funciona: ao contrário do dólar, do euro ou do iene, cujos valores flutuam livremente, a moeda da China é fixada pela política oficial em torno de 6,8 yuans por dólar. Com essa taxa de câmbio, a indústria manufatureira chinesa tem uma grande vantagem de custo em relação a seus rivais, o que leva a enormes superávits.
Em circunstâncias normais, o fluxo de dólares resultante desses superávits faria a moeda chinesa se valorizar, a menos que isso fosse compensado pelo movimento de investidores privados no sentido contrário. E os investidores privados estão tentando entrar na China, não sair. Porém, o governo da China restringe o ingresso de capitais, mesmo que compre dólares e os mantenha no Exterior, aumentando um estoque de reservas em moeda estrangeira que já supera US$ 2 trilhões.
Essa política é boa para o complexo industrial estatal chinês, orientado para a exportação, mas não tão boa para os consumidores chineses. E quanto a nós?
No passado, o acúmulo de reservas estrangeiras da China, muitas das quais foram investidas em títulos dos Estados Unidos, em tese, fazia-nos um favor ao manter as taxas de juros baixas - embora tenhamos aproveitado aquelas taxas baixas para, principalmente, inflar uma bolha imobiliária. Porém, agora o mundo está nadando em dinheiro barato à procura de um algum lugar para investimento. As taxas de juro de curto prazo estão próximo de zero; as taxas de juro de longo prazo estão mais altas, mas apenas porque os investidores esperam que a política de juro zero vá acabar algum dia. As aquisições de títulos por parte da China fazem pouca ou nenhuma diferença.
Enquanto isso, o superávit comercial priva a economia mundial de uma demanda muito necessária num contexto de depressão. Meus cálculos aproximados indicam que, nos próximos dois anos, o mercantilismo chinês poderá acabar reduzindo em torno de 1,4 milhões de empregos nos Estados Unidos.
Os chineses se recusam a admitir o problema. Recentemente, o primeiro-ministro Wen Jiabao desdenhou as queixas estrangeiras: “De um lado, vocês pedem que o yuan se valorize e, de outro, tomam todo tipo de medidas protecionistas”. De fato: muitos países estão adotando (modestas) medidas protecionistas, justamente porque a China se recusa a deixar sua moeda subir. E mais medidas desse tipo são totalmente apropriadas.
São mesmo? Geralmente, ouço duas razões para não confrontar a China por conta de suas políticas. Nenhuma é convincente.
Primeiro, há o argumento de que não podemos confrontar os chineses porque eles arrasariam a economia dos Estados Unidos ao liquidar suas reservas de dólares. Isso está totalmente errado - e não apenas porque, ao fazer isso, os chineses acarretariam enormes prejuízos a si mesmos. O ponto principal é que as mesmas forças que tornam o mercantilismo chinês tão danoso agora também significam que a China tem pouca ou nenhuma alavancagem financeira.
Ressalto: agora, o mundo está nadando em dinheiro barato. Por isso, se a China começasse a vender dólares, não haveria razão para se pensar que isso elevaria significativamente as taxas de juros nos Estados Unidos. Provavelmente, enfraqueceria o dólar frente a outras moedas - mas isso seria bom, não ruim, para a competitividade e o emprego norte-americanos. Portanto, se os chineses realmente se desfizerem de seus dólares, devemos enviar a eles uma nota de agradecimento.
Em segundo lugar, há o argumento de que o protecionismo é sempre ruim em qualquer circunstância. Se você acredita nisso, aprendeu economia básica com as pessoas erradas - porque, quando o desemprego é alto e o governo não consegue restaurar o pleno emprego, as regras usuais não se aplicam.
Permitam-me citar um artigo clássico do falecido Paul Samuelson, que mais ou menos criou a economia moderna: “Com o emprego em nível inferior ao pleno…todos os argumentos mercantilistas desmoralizados” - ou seja, a noção de que nações que subsidiam suas exportações efetivamente roubam postos de trabalho de outros países - acabam se tornando válidos”. Ele ainda continuou a defender que as taxas de câmbio persistentemente desalinhadas criam “problemas genuínos para os apologéticos do livre mercado”. A melhor resposta para esses problemas é levar as taxas de câmbio de volta ao patamar em que deveriam estar. Mas isso é exatamente o que a China se recusa a deixar acontecer.
A questão fundamental é que o mercantilismo chinês é um problema crescente, e as vítimas desse mercantilismo têm pouco a perder em um confronto comercial. Por isso, eu aconselharia o governo da China a reconsiderar sua teimosia. Caso contrário, o próprio protecionismo ameno do qual reclama atualmente será o começo de algo muito maior.”
Enviado em 1 de Janeiro de 2010
Publicado por J. Ferrari
1 de janeiro de 2010.
Hoje é o primeiro dia de uma nova década. É o início da segunda década do século XXI.
No mês que passou, lemos muitos comentários sobre o final da década de 2000 e parece inevitável que estas retrospectivas sejam feitas. Através delas buscamos uma espécie de “lucidez” ou “justificativa” em relação aos eventos ocorridos.
Mesmo sabendo que as análises de uma década não podem começar exatamente no 1° de janeiro de um ano e terminar em 31 de dezembro de um outro ano, quase sempre queremos dar um significado para os fatos que elas resumem e encerram.
Quando faço esta “viagem pela década” e volto lá no início da linha do tempo, o primeiro evento que vejo é o de 11 de setembro de 2001, o impressionante 11/9, quando pela televisão assisti a destruição das Torres do World Trade Center por dois aviões capturados por terroristas suicidas do grupo islâmico radical. O 11 de setembro levou a guerra no Oriente Médio para dentro dos Estados Unidos e no dia seguinte, amanheceram menores do que eram e dali para a frente jamais seriam os mesmos.
Durante esta jornada é impossível não lembrar das impressionantes imagens da grande Tsunami de 2004 que matou mais de duzentas mil pessoas em alguns paises da Ásia.
Quando volto ao final desta “linha” e ao témino real da década em novembro passado, vejo as imagens da festa de comemoração dos 20 anos da queda da muralha de Berlim e que foi um tributo a um momento de libertação da humanidade tão significativo quanto foi a Queda da Bastilha, em julho de 1789.
Entre estes eventos lembramos da evolução econômica dos BRIC’s com grande ênfase para o Brasil e China, da incrível evolução tecnológica, globalização, comoditização, ecologia, escandalos políticos aqui e lá fora, crises econômicas, novas descobertas científicas, (continua…)