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36 ANOS - Curso de Custos na Indústria Gráfica…

Está sendo uma trajetória e tanto.
Há trinta e seis anos atrás, entre dias 23 a 27 de outubro de 1972, iniciamos nossa carreira.
Oganizamos a primeira turma do Curso de Custos na Indústria Gráfica usando uma sala do Curso Adjetivo no bairro do Alto do Ipiranga em São Paulo que contou com oito participantes, com carga horária de dez horas aula de segunda a sexta-feira.

CURSO 1972 - CURSO 1972

Foto da primeira turma em 1972

O material distribuido foi mi meografado e usamos um quadro negro para mostrar como se fazia um mapa de localização de custos, os cálculos e a explicação dos conceitos básicos de formação do preço de venda e dos rateios dos custos indiretos.
Eu estava ansioso e em vários momentos sentia calafrios e um certo tremor e quando terminou a primeira aula fiquei mais calmo e muito feliz pois a aceitação do conteúdo por parte dos participantes foi muito acima do que eu esperava. Eles me incentivaram muito a continuar com o curso, e diziam: “Vá em frente Ferrari! Vá em frente! Esse assunto é muito importante para a nossa empresa e para todas as gráficas”.
A caminho de casa me senti muito calmo, feliz e certo de que, além de realizar um sonho, tinha feito um trabalho útil para aquelas pessoas e para as empresas.
O tempo passou e novas turmas foram sendo realizados em vários bairros de São Paulo.
Chegaram pedidos solicitando o curso para outras cidades e estados.
Começamos a viajar com certa frequência por todo o Brasil, conhecendo pessoas e empresas que sempre me acolheram com grande carinho e amizade.
Passamos pelas ABIGRAFs e pelos SINDICATOS regionais, pela Federação Nacional da Indústria, pelo SENAI de Artes Gráficas, ABTG e pela CALCGRAF, sempre com muito pioneirismo e desenvolvendo novos conceitos e evoluindo sempre.
Cultivamos muitos amigos e clientes que até hoje contribuem nesta constante evolução. Esses amigos sempre estiveram por perto até mesmo nas horas de grande adversidade.

CERTIFICADO 1972 1 - CERTIFICADO 1972 1

O Certificado de participação

Ao compartilhar este momento especial de trinta e seis anos de carreira, quero acima de tudo agradecer a minha família, as minhas filhas e a todos que me acompanharam nesta trajetória, em especial a todos os alunos que participaram das quase 300 turmas do curso, pois eles sempre foram a minha principal motivação.
Encerro este agradecimento com uma reflexão que tem sido uma força inspiradora em cada passo na minha jornada:

“Nós não inventamos os custos nem os cálculos, mas a história de sua evolução na Indústria Gráfica Brasileira tem a nossa marca…
Sabe o que isto significa?
Significa que ainda temos muito caminho pela frente.”

Espero sempre continuar contando com todos vocês.

RELA  AO PARTICIPANTES 1972 - RELA  AO PARTICIPANTES 1972

Relação dos participantes da primeira turma

FELICIDADE É COMER JABUTICABA…

Como eu cheguei a esta conclusão?

Jabuticaba - Jabuticaba

Há aproximadamente trinta anos atrás eu estava em férias com a minha família numa chácara; não só com minhas filhas, mas também com minha irmã, sobrinhos, alguns amigos. Eram umas vinte e cinco pessoas e o ambiente estava alegre e gostoso. Foi neste clima que resolvemos fazer um jogo de futebol ou a tradicional e disputada “pelada”.
Definidas as regras, o tempo de jogo, o juiz, os que jogariam com camisa e os que jogariam sem camisa, a “correria”começou.
No meio do jogo, alguém chutou a bola longe bem perto de um pomar. O meu sobrinho, que na época tinha 4 anos de idade e tinha sido escalado como gandula, saiu correndo. Correu, pegou a bola, abraçou-a, e veio voltando para o campo improvisado. De repente, ele passou diante de alguma coisa que ele tinha visto: um enorme pé de jabuticabas inteiramente carregado. Ele parou, olhou. Pegou uma jabuticaba, comeu… Pegou a segunda. Largou a bola, pegou a terceira… Ficou ali comendo jabuticaba.
Naquele instante o que mais me impressionou não foi ele ter feito isso. Absolutamente natural. O que realmente me impressionou foi que todos nós que estavamos jogando e esperando pelo retorno da bola para continuarmos a “pelada”, ao invés de gritarmos e esbravejarmos com ele, ficamos parados, olhando para aquela cena. Foi um instante mágico. Meu sobrinho estava total e inteiramente concentrado. Seu raciocínio e suas emoções estavam inteiramente ali no que ele estava fazendo. Cabeça e emoções voltadas para uma atitude prazerosa. Ele estava feliz. Ele estava comendo jabuticabas.

Texto adaptado do livro “Men at Work” de Paulo Gaudêncio

UBUNTU - NELSON MANDELA

“Nosso medo mais profundo não é o de sermos inadequados.
Nosso medo mais profundo é que somos capazes além de qualquer medida.
É a nossa luz, não as nossas trevas, que mais nos apavora.
Nós nos perguntamos:
Quem sou eu para ser Brilhante, Maravilhoso, Talentoso e Fabuloso?
Na realidade, Quem é você PARA NÃO SER?
Você é filho do Universo.
Você se fazer de pequeno não ajuda o mundo.
Não há iluminação em se encolher, para que os outros não se sintam inseguros quando estão perto de você.
Nascemos para manifestar a glória do Universo que está dentro de nós.
Não está apenas em um de nós: está em todos nós.
E conforme deixamos nossa própria luz brilhar, inconscientemente damos às outras pessoas permissão para fazer o mesmo.
E CONFORME NOS LIBERTAMOS DO NOSSO MEDO, NOSSA PRESENÇA, AUTOMATICAMENTE, LIBERA OS OUTROS.”

MANDELA - MANDELA

Ubuntu

No filme, Nelson Mandela explica sobre o conceito do Ubuntu que é uma ética ou ideologia da África do Sul que foca as alianças e relacionamento das pessoas umas com as outras. A palavra vem das línguas Zulu e Xhosa. Ubuntu é tido como um conceito tradicional africano.

Uma tentativa de tradução para a Língua Portuguesa poderia ser “humanidade para com os outros”. Uma outra tradução poderia ser “a crença no compartilhamento que conecta toda a humanidade”.

Uma tentativa de definição mais longa foi feita pelo Arcebispo Desmond Tutu:

Uma pessoa com ubuntu está aberta e disponível aos outros, não-preocupada em julgar os outros como bons ou maus, e tem consciência de que faz parte de algo maior e que é tão diminuída quanto seus semelhantes que são diminuídos ou humilhados, torturados ou oprimidos.

Ubuntu é visto como um dos princípios fundamentais da nova república da África do Sul, e está intimamente ligado à idéia de uma Renascença Africana. Na esfera política, o conceito do Ubuntu é utilizado para enfatizar a necessidade da união e do consenso nas tomadas de decisão, bem como na ética humanitária envolvida nessas decisões.

Ubuntu define um indivíduo em termos de seus relacionamentos com os outros, e enfatiza a importância como um conceito religioso, assentando na máxima Zulu umuntu ngumuntu ngabantu (uma pessoa é uma pessoa através de outras pessoas) que aparentemente parece não ter conotação religiosa na sociedade ocidental. No contexto africano, isso sugere que o indivíduo se caracteriza pela humanidade com seus semelhantes e através da veneração aos seus ancestrais. Assim, aqueles que compartilham do princípio do Ubuntu no decorrer de suas vidas continuarão em união com os vivos após a sua morte.

Estão nos empurrando velharias…

Texto publicado na Revista Veja

David Gelernter, professor, vítima do Unabomber, diz que os atuais computadores são máquinas obsoletas.
“A memória dos nossos computadores funciona como os velhos arquivos de aço, com suas pastas em ordem alfabética”

Gelernter150 - Gelernter150

David Gelernter não figura nas listas dos milionários da internet e nem de longe tem a fama de um Bill Gates, o criador da Microsoft, ou de um Jeff Bezos, o dono da Amazon.com. Ainda assim, esse professor da Universidade Yale é um ponto de referência quando se discute a evolução do mundo digital. Foi ele um dos primeiros a descrever, no início da década de 90, como seria a rede mundial de computadores que conhecemos hoje. É tão marcante nessa área que, em 1993, o Unabomber, terrorista que se opunha ao avanço da tecnologia, o escolheu como símbolo de sua campanha e lhe enviou uma carta-bomba. Galernter sofreu mutilações provocadas pela explosão. Aos 45 anos, é doutor em ciência da computação, autor de diversos livros sobre o tema e membro honorário do grupo The Third Culture (A Terceira Cultura), formado por cientistas que se dedicam a refletir sobre a sociedade do futuro. O professor, que considera “porcarias baratas” os atuais computadores e sistemas operacionais, deu a seguinte entrevista a VEJA Vida Digital.

Veja – O que há de errado com os computadores?

Gelernter – O problema é que todas as máquinas e programas vendidos atualmente são baseados em sistemas obsoletos. Estão nos empurrando velharias. A última grande revolução no mundo dos sistemas operacionais foi o Macintosh, há dezesseis anos. A grande vedete de hoje é o Linux, uma versão do Unix, lançado em 1976. A interface de ícones e janelas foi uma invenção brilhante, mas está ultrapassada. Ela gasta espaço de tela com imagens insignificantes, falha em não fornecer pistas adequadas sobre o que está dentro dos arquivos representados por aquelas pequenas e embaçadas imagens (ícones) e deixa os usuários manobrando janelas em uma batalha perdida por espaço de trabalho.

Veja – Mas os computadores permitem que as pessoas tenham acesso a um volume de informações com o qual nunca sonharam no passado. Isso não é bom?

Gelernter – Poderia ser muito melhor. Os computadores modernos são baseados em uma analogia com os armários de arquivos. Antigamente, para achar um documento num arquivo de aço, você tinha de abrir uma gaveta e procurar lá dentro em pastas organizadas por ordem alfabética, numérica ou outra qualquer. Por incrível que pareça, é assim que funciona até hoje a memória de nossos computadores. Isso é fundamentalmente errado e afeta todos os movimentos que fazemos. O rígido sistema de arquivos e diretórios foi criado por programadores para programadores. É ótimo para eles, mas ruim para não-programadores. Se você tem três cachorros de estimação, pode dar nome a eles. Mas, se tem 10.000 ovelhas, não se importa com nomes. Hoje, na internet e na memória de nossos computadores há bilhões e bilhões de páginas e arquivos. E cada qual tem nome e endereço. É como se, num rebanho de 100 000 cabeças, você tivesse de identificar individualmente cada animal. É preciso encontrar uma forma mais racional de organizar informações.

Veja – Alguma sugestão?

Gelernter – Deve-se abandonar o sistema dos armários de arquivos e buscar um critério mais sofisticado e menos burocrático. Um exemplo é a mente humana. É o mais complexo e maravilhoso sistema de organização de informações que se conhece até hoje. Os elementos guardados na mente não possuem nomes e não são ordenados em pastas. Eles são acessados não por um nome, mas pelo conteúdo. Você pode “ver” tudo o que está em sua mente do ponto de vista do passado, presente e futuro. Na moderna ciência da computação, existe um conceito chamado lifestream, que consiste em organizar as informações de forma parecida com a da mente humana.

Veja – Como ele funciona?

Gelernter – Nesse sistema, todos os tipos de documento – e-mails, fotografias digitais, bookmarks, aplicativos – ficam ordenados do mais recente para o mais antigo. Os documentos não têm nomes nem diretórios. Podem ser procurados pelo conteúdo. Fácil de navegar e de pesquisar. Você gerencia o lifestream com apenas dois controles: adicionar e olhar, que correspondem a adquirir uma lembrança e relembrá-la. No início, os computadores lidavam com números e palavras. Hoje, trabalham mais com imagens. No período que se aproxima, eles vão lidar primordialmente com o tempo. E ficarão cada vez mais parecidos com a mente humana.

Veja – Isso também vale para os sites da internet?

Gelernter – Sem dúvida. Hoje, as pessoas estão afogadas em informações e os computadores tornam o problema ainda mais difícil. Estão afogadas em e-mails e os computadores não ajudam a gerenciar o problema. Recebo muitos e-mails e me esqueço de respondê-los. Mando e-mails e as pessoas se esquecem de me responder. O mesmo problema acontece quando crio ou faço o download de arquivos e depois não os encontro. Preciso me preocupar se o documento em que estou trabalhando está no computador em casa ou no escritório. Arquivos de computador são os documentos mais portáteis e fáceis de copiar da história. Por que preciso me preocupar com o local onde estão? Se estão no lugar errado, que venham até mim!

Veja – O senhor diz que estamos no limiar da segunda revolução da informação. Como será ela?

Gelernter – Ela envolve duas mudanças principais. Primeiro, o computador deixará de ser um ícone visível e presente em nossa vida. Hoje você chega ao trabalho e seu micro está lá, ocupando espaço sobre a mesa. Em casa, ele tem um lugar reservado no escritório. No futuro, não será assim.

O lugar de destaque não será mais ocupado por uma máquina chamada computador, mas pela informação pura e simples, disponível em todo e qualquer lugar e em quantidades colossais. O computador estará presente em cada detalhe de nossa vida, mas será apenas um meio de acesso às informações, e não mais uma forma de armazená-las. Não fará diferença qual computador utilizo, nem em que computador as informações estão guardadas. Nesse novo mundo, a informação viajará por um mar de computadores anônimos e intercambiáveis. As pessoas não querem mais se conectar com computadores ou servidores remotos. Elas querem se conectar com a informação.

Veja – Qual é a diferença?

Gelernter – Imagine novamente uma biblioteca, com seus milhões de livros. Quando vou à biblioteca, não fico “surfando” pelas prateleiras até encontrar o livro que desejo. Sei o que procuro e onde encontrar. Um grande problema do mundo do software é que nada nele se parece com um livro. Você pode saber muito sobre um livro apenas olhando-o de fora. Sabe como ele está organizado, onde estão o índice e o texto, o tamanho do volume todo e como “operá-lo”. À medida que o utiliza, sabe até onde foi e quanto falta para chegar ao fim. Nada disso vale para os atuais sites da internet.

Veja – Por quê?

Gelernter – Os atuais sites são opacos. Eles precisam ser transparentes. Você deve enxergar imediatamente, em vez de calcular ou deduzir o tamanho, a profundidade e a organização das informações contidas neles. Detesto brincar de esconde-esconde na internet, tentando descobrir como achar a informação que quero.

Veja – Como será a internet do futuro?

Gelernter – Será muito parecida com a biblioteca. É o que chamo de ciberesfera. É a internet em que os computadores individuais são anônimos, toda a informação está agrupada de forma lógica e o acesso é fácil, como num livro. Nessa internet, vou procurar por uma coleção de informações, e não por um endereço (a URL) capaz de me conectar com um servidor onde elas estão armazenadas. Essa coleção de informações é o que chamo de cibercorpo. É o livro dentro de uma biblioteca. A diferença é que, ao contrário de um livro, o cibercorpo pode se reproduzir de acordo com o número de usuários que tentam acessá-lo.

Veja – Cada pessoa terá o próprio cibercorpo?

Gelernter – Sim. Haverá cibercorpos públicos e privados. Hoje, guardo todas as informações e documentos de meu interesse numa área. Esse é o meu cibercorpo privado. Só eu tenho acesso a ele, embora possa permitir que outras pessoas tenham. A empresa em que trabalho também tem o seu espaço privado. O governo, outro. Uma parcela dos documentos e das informações da empresa ou do governo é aberta ao público. Na prática, já estamos vivendo nesse mundo. O que é hoje um website senão um cibercorpo aberto ao público ou a seus assinantes? Toda informação digital pertence a algum cibercorpo e todos eles podem ser acessados por qualquer computador conectado. A única coisa que diferencia um sistema de arquivos pessoal de um banco de dados de empresa é a distinção entre quem tem e quem não tem permissão para enxergar o cibercorpo.

Veja – Alguns críticos dizem que jamais teremos tecnologia para tudo o que o senhor descreve como o mundo do futuro. O senhor se considera um sonhador?

Gelernter – Não. Muitos desktops já são poderosos o suficiente e estão ociosos na maior parte do tempo. Os proprietários não têm como gerar demanda suficiente para ocupá-los. Está claro que os computadores estão se tornando mais baratos e mais poderosos rapidamente. Quem possui telefone celular tem um computador ocioso na maior parte do tempo, que poderia fazer muito mais do que é exigido. Continuaremos tendo mais poder de processamento do que coisas para fazer com ele.

Veja – O papel vai acabar com a evolução da internet?

Gelernter – O papel é um meio perfeito para guardar informações temporariamente, muito melhor que um computador. É barato, forte, leve, portátil; posso escrever nele, levá-lo comigo e usá-lo onde quiser. Os sistemas operacionais do futuro tornarão mais fácil pôr informações no papel.

Veja – O comércio eletrônico movimentará mais dinheiro que o comércio tradicional?

Gelernter – Provavelmente, o comércio eletrônico será maior que o tradicional, mas nossa vida não será melhor por isso. Atualmente, as pessoas tomam avião para longas viagens porque precisam. Aviões são mais eficientes. Mas elas gostavam muito mais das viagens em barcos e trens. Fazer compras passeando pelas vitrines de um shopping ou percorrer as prateleiras de uma loja de vinhos é muito mais agradável que comprar pela internet. Ocorre que a transação pelo computador tende a se tornar muito mais rápida, cômoda e barata. Logo, as pessoas vão abrir mão do prazer em favor da comodidade.

Veja – Como vai terminar a batalha entre as gravadoras e os sites que distribuem música gratuita pela internet? A idéia de que tudo deve ser de graça na internet tem algum fundamento?

Gelernter – O tema é crucial para o desenvolvimento da ciberesfera. Se não inventarmos um modo de pagar as pessoas por seu trabalho, elas não trabalharão. Tudo estará disponível na ciberesfera. Em muitos casos, você pagará para acessar o que quer. Seu dinheiro estará em uma conta on-line e toda a transferência será on-line. Isso é fácil de realizar. Basta que as pessoas abandonem a idéia maluca de que o avanço da tecnologia fará com que produtores de áudio, vídeo e outras formas de entretenimento não sejam mais pagos por seu trabalho.

Veja – O senhor foi seriamente ferido em 1993 por uma carta-bomba enviada pelo Unabomber. Esse terrorista afirmava que a tecnologia é nociva à humanidade e, por essa razão, decidira lutar contra a ciência e seus avanços. O que o senhor pensa a respeito disso?

Gelernter – Não me importo com as coisas em que esse sujeito acredita. A visão de assassinos covardes não me interessa. Estaria cometendo um insulto moral a mim mesmo se discutisse essas opiniões como se fossem as de um ser humano decente. As pessoas que as discutem – e muitos americanos, principalmente em universidades, o fazem – me deixam enjoado.

Leia o texto original AQUI
http://veja.abril.com.br/especiais/Digital3/entrevista.html

A História das Coisas - Sensacional !!!

DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

Você já parou para pensar no que significa a palavra “progresso”? Pois então pense: estradas, indústrias, usinas, cidades, máquinas e muitas outras coisas que ainda estão por vir e que não conseguimos nem ao menos imaginar. Algumas partes desse processo todo são muito boas, pois melhoram a qualidade de vida dos seres humanos de uma forma ou de outra, como no transporte, comunicação, saúde, etc. Mas agora pense só: será que tudo isso de bom não tem nenhum preço? Será que para ter toda essa facilidade de vida nós, humanos, não pagamos nada?

Você já ouviu alguém dizer que para tudo na vida existe um preço? Pois é, nesse caso não é diferente. O progresso, da forma como vem sendo feito, tem acabado com o ambiente ou, em outras palavras, destruído o planeta Terra e a Natureza. Um estudioso do assunto disse uma vez que é mais difícil o mundo acabar devido a uma guerra nuclear ou a uma invasão extraterrestre (ou uma outra catástrofe qualquer) do que acabar pela destruição que nós, humanos, estamos provocando em nosso planeta. Você acha que isso tudo é um exagero? Então assista o filme.

Custos & Formação do Preço de Venda na Indústria Gráfica…

WORKSHOP SUPERIOR JPG - WORKSHOP SUPERIOR JPG

• No dia-dia você percebe que existem muitas empresas gráficas que não sabem construir seu preço de venda?
• Você já notou que mesmo com toda tecnologia disponível e com a inflação sob controle, a formação do preço de venda no nosso setor ainda é grotesca, antiquada, empírica e aleatória?
• Você vem percebendo que os preços estão cada vez mais visíveis para os clientes e que as margens estão cada vez mais apertadas?
• Você reconhece que o preço de venda também faz parte da comunicação com o mercado e que ele determina a rentabilidade da empresa e portanto deveria ser tratado com destaque pelos empresários e profissionais da indústria gráfica?

Como sua empresa tem trabalhado estas questões?

O mundo dos negócios está em efervescência. Vivemos um momento de grandes mudanças que sacodem constantemente nossas gráficas. Novos estilos de gestão são necessários e cada vez mais, o trabalho adaptativo se sobrepõe ao trabalho técnico.
Dominar e administrar os CUSTOS em parceria com os setores de VENDAS e PRODUÇÃO é uma necessidade fundamental à sobrevivência.
Os conceitos, a estratégia e os sistemas de custo, devem obedecer este movimento e o sucesso do nosso empreendimento está diretamente relacionado com a capacidade de gerenciar de forma muito dinâmica nossos custos operacionais e a nossa oferta de preços no mercado.
Para atender estas necessidades oferecemos a você e sua empresa o “Workshop Dinâmico de Custos & Formação do Preço de Venda”.
É um trabalho muito prático que se destina a diretores, gerentes, orçamentistas, vendedores e toda equipe ligada a área de custos e formação do preço de venda em EMPRESAS GRÁFICA DE QUALQUER PORTE, que estejam dispostas a evoluir e aprender, sugerir e debater, conferir e renovar todos os conceitos e fundamentos relacionados ao dia-dia da empresa.

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CONSULTORIA VIA INTERNET…

Há quanto tempo você não ouve uma segunda opinião?

Olá! Quero conversar com você sobre

CONSULTORIA VIA INTERNET

(Clique aqui e OUÇA A GRAVAÇÃO em mp3)

A internet está completando 13 anos no Brasil. Ela tem revolucionado o mundo dos computadores e das comunicações como nenhuma invenção foi capaz de fazer antes. A invenção do telégrafo, telefone, rádio e do computador prepararam o campo para esta integração. A internet é, ao mesmo tempo, uma ferramenta de disseminação de informações e divulgação mundial e um meio para colaboração e interação entre pessoas e seus computadores, independentemente das distâncias geográficas.
Para as empresas não poderia ser diferente, pois os e-mails, sites, transferência de arquivos, etc., fazem parte do nosso dia-a-dia. Muitas delas também estão descobrindo as vantagens do treinamento a distância para a atualização dos funcionários e dos seus processos de funcionamento e, neste meio digital, quase tudo é possível, até CONSULTORIA VIA INTERNET.

Por onde começar?

Pense sobre estas perguntas:
• Sua gráfica está rendendo menos do que deveria, e você quer que o ajudemos a encontrar as soluções?
• Seus concorrentes foram ficando mais fortes? Seus clientes também?
• Você tem dúvidas e quer aperfeiçoar seus conhecimentos sobre Custos e Formação do Preço de Venda?
• Vai adquirir um novo equipamento e precisa fazer simulações de custo para decidir melhor?
• Você não sabe qual é a capacidade de produção da sua gráfica?
• Quer falar sobre gestão em geral? Comunicação? Pessoas? Equipes de trabalho?

A partir de agora, a JFERRARI pode lhe ajudar na resposta para muitas perguntas pois, na internet, quase não existem limites para as diversas possibilidades que poderemos buscar juntos! Seu computador apenas precisa estar conectado à Internet com banda larga, ter um endereço de e-mail e instalar um software de comunicação grátis do tipo SKYPE ou MSN.

• Como funciona e quanto pago por este serviço?
• Que configurações o meu computador precisa ter?
• Quanto tempo será necessário?

Entre em contato conosco através do nosso e-mail e diga o que você precisa. Quanto mais detalhes você informar, melhor será a análise que faremos inicialmente.
A consultoria é personalizada e de acordo com a necessidade de cada cliente. Após uma breve análise do conteúdo do seu e-mai inicial, entraremos em contato TELEFÔNICO para sugerir o que pode ser feito e como será feito. Até aqui você não paga nada.
Os valores serão estabelecidos somente a partir da definição das suas necessidade e dos serviços a serem prestados.
Todas as informações serão tratadas com muito sigilo. Apenas eu, Ferrari, terei acesso às suas mensagens, relativas à consultoria.

Viu como é fácil?

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LEMBRANÇAS NO DIA DOS PAIS…

Armando Ferrari era o nome do meu pai. Nascido em 1917 no bairro do Brás, ele era o quarto dos oito filhos do casal José Ferrari e Assumpta Falcone Ferrari, meus avós paternos, que eram imigrantes vindos da Itália no início do século XX.
Lembro que ele sempre levou vida simples, de sacrifícios, mas de valores que jamais serão apagados da minha lembrança como caráter, responsabilidade, honestidade.
Das muitas coisas que ele me ensinou existem duas que me lembro com muita alegria. A primeira coisa foi amar as artes gráficas, a tipografia a policromia e um trabalho bem impresso. A segunda, que lembro com muita alegria, é o fato de ter aprendido a gostar do “Verdão” desde pequeno. Ele costumava me levar ao estádio do Pacaembú já no final da década de 1940 quando eu tinha em torno de 7 anos.

Neste dia dos pais quero homenagear meu pai com estas duas fotos.

MEU PAI E EU   1947 1 - MEU PAI E EU   1947 1

1948. Meu pai me assistindo tomar banho quando eu tinha 3 anos de idade.

PALMEIRAS 1951 - PALMEIRAS 1951

1950. O nosso time ganhou o campeonato paulista contra o São Paulo F.C. Eu estava assistindo este jogo junto com o “meu velho” e me lembro como se fosse hoje. Veja a foto do Palmeiras. Em pé: Dr. Viana (médico), Turcão, Oswaldo Palante, Oberdan, Francisco Sarno, Luiz Villa, Waldemar Fiúme, o massagista Guido e o roupeiro Tamanqueiro. Agachados: Eduardo Lima, Canhotinho, Aquiles, Jair Rosa Pinto e Rodrigues Tatu. Este jogo aconteceu no dia 28 de janeiro de 1951, no Pacaembu, mas foi a decisão do Paulistão de 1950. O São Paulo buscava o terceiro título paulista consecutivo e abriu o placar com Teixeirinha. Mas aos 15 minutos do segundo tempo Aquiles empatou o jogo e deu números finais á partida. O “Verdão”, que jogava pela igualdade no placar, conquistou o título e evitou o tricampeonato do São Paulo.

Fonte: Site do Milton Neves

É O FIM DA “PICADA”…

O ex-deputado e ex-presidente da Câmara dos Deputados, Severino Cavalcanti (PP-PE), mostra em seu celular a sua fotografia com o presidente Lula que ele usará na campanha para prefeito de João Alfredo, sua cidade natal, no sertão de Pernambuco.

CORRUPTO - CORRUPTO

“Quando chego lá em João Alfredo, mostro a foto do celular e digo que Lula é meu amigo, o povo diz: “Como o senhor é abençoado!”

Severino Cavalcanti é candidato a prefeito de João Alfredo, Pernambuco.
O Globo, 16/7/2008.
Fotografia de Givaldo Barbosa.

OS MELHORES TEMPOS DO ROCK…

BONS TEMPOS… 1956… 57… 58… 59… EU DANÇAVA ASSIM…

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